Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Pequeno quiz

 

Deixo este pequeno teste à vossa consideração. Gostava de desafiar os meus colegas do blog a colocarem as suas pontuações nos comentários.

 

Eu fiz 24.

publicado por Comboio Azul às 18:39
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Porque já falta menos de seis meses

song chart memes
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publicado por Comboio Azul às 23:20
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

Não puxem por mim

De uma maneira geral é isso tudo, e já tinha concordado com essa tua ideia antes. Excepto que até o Casino Royale do Ian Fleming é atípico na série. É o mais duro dos livros, não tem graçolas e o Bond tem medo frequentemente (até do M), entre muitas outras coisas. Logo nos seguintes (Live and Let Die e Moonraker) já reconhecemos um outro estilo de 007 a que estávamos mais habituados. E no Thunderball, que deve ser o melhor livro (e quase, quase chega a ser razoavelzinho) já só se consegue visualizar Sean Connery por todos os lados. Não vale a pena procurarmos redimir o Daniel Craig. Está finalmente criado um terceiro Bond e já era tempo, pelo menos desde os anos 80. Agora é por aqui que vamos seguir, e ainda bem, curiosamente por um caminho de que o Fleming quis sair logo ao fim do primeiro livro. Mas a história em cinema do outro 007 já está mais do que escrita. Venha este.

p.s. Espero no entanto que a tentação pela prequela esteja mais que resolvida com este filme. Ninguém aguenta mais esta tendência preguiçosa para contar a origem de tudo o que já foi filmado.
publicado por Sérgio às 10:22
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2006

De Bowlywood para New Orleans


publicado por Sérgio às 03:54
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007 - IV

Há muitos méritos no Casino Royale. Mas o maior é voltar a ser inimitável. O Tom Cruise fez tudo para inventar um novo James Bond. Matou a equipa do excelente Missão Impossível e tentou inventar um super-herói solitário. Boa sorte para ele, esperávamos que assim pensassem os produtores dos James Bond, mas infelizmente não o fizeram. Ao longo dos filmes do Pierce Brosman, tivémos uma salganhada de tecnologia de ponta borrifada por um cheirinho, aqui e ali, da classe do 007.

Neste são colocados de uma vez por todas os pontos nos ii. A perseguição inicial, em Madagáscar, não diz senão isto: Se quisermos fazemos o vosso filme com uma perna às costas. O resto do filme, e sobretudo as cenas do casino dizem: Nem em cem anos vocês conseguem fazer um James Bond.
publicado por Sérgio às 03:36
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007 - III

O Pierce Brosman teve tudo para ser um dos melhores Bonds de sempre, e o melhor desta nova época. Ficará esquecido, temo bem. Ao contrário do desgraçado do George Lazenby, que teve um grande filme e foi um péssimo Bond, o Brosman teve péssimos filmes e até foi um bom 007. Ambos tiveram no entanto a horrível arrogância de não gostar do personagem. É chato para eles, mas não serão mais do que sucedâneos do James Bond. Terão no entanto sempre a consolação de ter existido o Timothy Dalton.
publicado por Sérgio às 03:31
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007 - II

Do video que vi aqui (vejam lá tudo, vá):

The James Bond Theme is the signature, is the musical sound of Bond from day one. A Bond film without that theme is unthinkable.

Este Casino Royale quase não tem o James Bond Theme. Curiosamente, sendo o filme aclamado como o que trouxe o 007 às suas origens, é o que tem menos clichés. Clichés criados pelos próprios filmes, diga-se. Há uma série enorme de turn-offs ao longo de todo o filme. Bond pega no Aston Martin para dar uma volta a uma rotunda. Depois pega no Aston Martin para finalmente sair em perseguição, mas não chega a concretizá-la e atira o carro borda fora. O momento de tortura é tão arcaico quanto doloroso. Mas logo a seguir entra o melhor momento de humor do filme, ainda durante a tortura. Este James Bond foge dos clichés como da cruz e no entanto transpira o ambiente Bond - que não existia há mais de 20 anos - por todos os lados. O James Bond Theme quase não aparecia. Os gajos puxaram a corda neste filme, e fizeram-no muito bem. Lamento por quem não gosta do 007, mas terão que levar connosco pelo menos mais 20 anos.
publicado por Sérgio às 03:18
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007 - I

- Shaken or stirred?
- Do I look like I give a damn?
publicado por Sérgio às 03:09
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2006

O Desperdício

Neste momento só o que me preocupa é que o Fernando Santos venha a pegar na equipa. Como aparentemente é coisa que não tem acontecido, a vida nem tem corrido mal. Isto é equipa que perde com facilidade como se tem visto, mas de resto é uma equipa muito boa e que depende de alguns factores que infelizmente não há como controlar. Alguns não: dois. Um é ter sorte. Se o Benfica tiver muita sorte como nos dois bons golos do ínicio deste jogo com esta gente do Copenhaga, então irá jogar bem. Se tiver azar joga mal. Isto parece parvo dito assim, mas há quem saiba jogar bem quando tem azar. Contingências. O outro é o Petit. Há dias em que parece que o tipo faz tudo para perder o jogo, como hoje. Isto é, faz-se à bola e assim, quer participar na partida, sei lá. Em alguns outros dá ideia que se esquece que ali está e toda a equipa ganha com isso. Ele próprio, aliás, que chega a marcar golos. É claro que podia-se pensar em não o meter a jogar. Mas isso talvez já seja ir longe demais. Em tudo o resto lamento muito que uma equipa que podia facilmente ser a melhor que para aqui anda, se comandada por qualquer criança que jogue FM há mais de seis meses, esteja neste estado. Mas o Benfica tem sido um bom entretém, tem o Micolli e o Simão e o Nelson e assim (o assim é o Nuno Gomes, mas custa-me dizer isto), e por vezes ganha jogos. Por exemplo: no dia da tal finta do Micolli, houve um canto em que o Simão o marca para fora da área, assim pelo ar. O Micolli (anda google!) sem a deixar bater no chão, e bem cá de fora, faz um remate sério e honesto à baliza. O que é isto? Isto é desperdiçar um canto com grande respeito pelo espectador. E num canto, bem ou mal marcado raramente se respeita as pessoas. Assim de repente só me lembro de outro gajo que gostava de desperdiçar cantos e às vezes livres. O Balakov marcou uma vez um canto igual. Com a diferença que o Cherbakov lhe acertou um pouco melhor e marcou golo, claro. Nada disto está no Youtube, já fui confirmar. Terão que recorrer à memória, como se fazia dantes.

Por outro lado ando com um bocado de inveja destes posts do James Bond. Queria fazer um ou outro post, antes que o filme estreie aqui, que revelasse o meu sentido de humor e pertinência, mas não me ocorre assim nada.

p.s. O Balakov (esse animal) não marcou um canto igual, marcou-o melhor, mas a intenção do Simão foi a mesma e por acaso até funcionou da mesma maneira, salvo o golo. E visto que o Simão não deve ter visto esse golo, suspeito eu, a coisa ainda ganha mérito, dado que foi ideia que lhe saiu da própria mona. Mas estas coisas só acontecem a equipas que não têm quem mande nelas. A gente quando jogava na rua, por exemplo, ou o Benfica. Fique o Sporting e o Porto com onzes bem montados, e provavelmente com o campeonato, já me conformei, e nós vamos ficando com a inconsequência (que até me tem sabido mais ao Benfica que gosto de lembrar que qualquer outro dos últimos cinco anos).
publicado por Sérgio às 01:09
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