Sexta-feira, 29 de Julho de 2005

Ainda o Euromilhões

Passeava eu pelo calçadão em frente à praia de Santa Maria, na ilha do Sal, Cabo Verde, quando um sujeito se aproxima. Preparava já a resposta habitual "não quero, obrigado", convencido de que o senhor me ia impingir mais um artefacto de qualidade duvidosa e origem senegalesa mas eis que o homem, de rádio colado na orelha, nos atira a novidade: "O euromilhões não saiu. O prémio é de 113 milhões". E assim ficámos, os 30 convidados de uma empresa simpática, a fazer planos para não regressar ao país. O país onde se espera que esta semana haja receitas de euromilhões no valor de 40 milhões de euros, mas que ainda só registou 14 milhões até quarta-feira. Porque a última hora é sempre a que vale, mesmo que toda a gente saiba que a partir das sete não se aceita nem mais um boletim. E eu lá estarei entre os apostadores, mais a minha sociedade de seis jogadores, a ver se nos despedimos todos ao mesmo tempo na segunda feira.
publicado por Proletário às 17:25
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