Segunda-feira, 11 de Julho de 2005

Spielberg será sempre Spielberg

Mas, apesar disso, gostei da "Guerra dos Mundos". É mais um caso de evidente McGuffin (termo que desconhecia até ser elucidado pelos excelsos cinéfilos que se espraiam nesta casa): O filme não é tanto sobre a invasão extra-terrestre como acerca da forma como os humanos se transformam (quase sempre para pior) em cenário de colapso. De qualquer modo, a história é simples e por isso credível. Os bons efeitos especiais também ajudam. Talvez se aquele indiano de nome esquisito não tivesse realizado o "Sinais" há dois anos a coisa parecesse mais fresca. Como sempre nos filmes do xaroposo mais rentável de Hollywood, a fita dispensava um final tão feliz para os protagonistas. Mas enfim, Spielberg sem a choradeira lamechas a rematar não seria Spielberg. Se eu tivesse um argumento também o escolhia para ganhar milhões.
publicado por Proletário às 11:03
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