Segunda-feira, 28 de Março de 2005

Jurisprudência EMEL

Com já vem sendo hábito, sigo apressadamente pelas avenidas de Lisboa a caminho de um serviço marcado para as quatro da tarde. São 15h50. Pelo caminho vejo dois carros embrulhados com fita amarela e as rodas bloqueadas. Fica o aviso. Por milagre, encontro lugar na esquina contrária ao local do serviço. Fantástico. O parquímetro está ali ao lado do carro. Tento inserir a moeda, está bloqueado. Dou dois murros na máquina e ela permanece muda e queda. Atravesso a rua. Há uma máquina igual, mas padece do mesmo mal. Ando mais 200 metros à procura de outra devoradora de moedas. Encontro a coisa ao dobrar da esquina. Quando regresso com o ticket na mão estão dois homenzinhos de verde a rondar o meu carro. São do planeta EMEL. Passeiam por ali com ar displicente e ignoram a falta do papelinho. Aproveito para reclamar contra o estado das máquinas e a obrigação de correr o quarteirão em busca de uma que funcione. A resposta fica para problemas futuros:
"- Não precisava de tirar bilhete. Se houver duas máquinas avariadas na mesma rua, não é obrigado a pagar."
Não esqueçam
publicado por Proletário às 13:18
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