Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

Neo-Con

Está na moda ser-se liberal. Urge bater no Estado, espezinhá-lo, implodi-lo. Reforma é coisa a tratar pela banca e pelos seguros, privatize-se hoje, já! Subsídio de desemprego é financiar malandros. Catorze meses de ordenado constitui uma aberração incomportável. Hospitais de acesso gratuito só pode ser ideia de um palhaço sem nome. Educação é para quem a pague. Estradas sem pagar, só se não tiverem alcatrão. Rendimento mínimo garantido ou outros eufemismos é para encher o bandulho a parasitas. Contrato colectivo foi ideia de comunas exacerbados. Multibanco sem taxas, nem me falem nisso. Nem em habitação social para os miseráveis ou limitações aos contratos a recibos verdes. Para que é que serve o ordenado mínimo? Ou o passe social? O progresso não se compadece com estas merdas. Entregue-se o país às mentes brilhantes. E afiem-se as facas para a selva que se avizinha.
publicado por Proletário às 03:02
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