Segunda-feira, 20 de Junho de 2005

Viva o vagaroso, abaixo a Fórmula 1

Vejo no rodapé do telejornal que o Monteiro ficou em terceiro. Fico surpreendido. Vou ao computador e a notícia inicial da página do Público é a de que só partiram seis carros. E pronto, o Vagaroso Monteiro é mais um motivo de gozo nacional...
Tirando a graçola fácil, o que fica é que esta palhaçada de Indianápolis representa apenas mais uma machadada num desporto que perdeu a graça. Eu gostava de Fórmula 1 quando o "meu" Prost discutia corridas com Senna, Mansell, Piquet, Lauda, Keke Rosberg e outros que tais. Mesmo os pilotos de segunda linha, como o Michele Alboreto, o Thierry Boutsen, ou o Riccardo Patrese tinham carisma. Foi a última geração de ouro do automibilismo. Já havia marcas hegemónicas - a Maclaren, sobretudo, e depois a Williams - mas um gajo tinha a ilusão de que a coisa ia ser renhida. E, muitas vezes, era. Agora, o reino do Schumacher parece ter acabado. Mas quem é que se entusiasma com o Alonso ou o Raikkonen?

PS: Já agora, caro Lefante esclareça-nos qual dos posts do torrencial Pacheco suscitou a sua adesão
publicado por Proletário às 11:55
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