Quarta-feira, 9 de Março de 2005

Mourinho, um caso c(l)ínco

Os jornais espanhóis não escondem a raiva que lhes vai na alma. Sobretudo os da Catalunha. Aquele arrogante ganhou mais uma vez. O tradutor do Robson acabou com as ilusões do gigante espanhol. De que vale ter um Ronaldinho quando do outro lado há uma estrela da sorte que não para de cintilar. Há anos que se escreve, suponho até que se reza, que um dia Mourinho há-de perder. Mas ele insiste em adiar essa data. Mesmo quando perde, sabemos que foi só um troféu a menos na vasta prateleira que vai ocupar no fim da época. Em Inglaterra, e agora também em Espanha, Mourinho tem sido alvo a abater. Criticam-lhe os métodos, a arrogância, resumindo, a cagança. Sobram razões para não se gostar de Mourinho. Mas ninguém no seu perfeito juízo poderá admitir que não gostaria de o ter no seu banco. Eu tenho que gramar o colega de curso mas calculo que não andaram a ler os mesmos livros.
publicado por Proletário às 14:38
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